quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Spoogod
-Spoogod-
Eu sou o gosto amargo da lua negra.
Eu sou as estrelas perversas que resistem ao seu próprio brilho.
Eu sou aquele que amaldiçoa antiguidades
Que vive da maldade, perversidade
Sou aquele que o condena pelo cetro da liberdade.
Eu sou aquele que vive a sombra de minhas promessas
Sou aquele que assassina amores e cospe rancores
Eu sou a poesia amarga do destino
Sou os lábios gelados da morte.
Eu sou a verdade nua e crua
Eu toco seu corpo roubando sua energia.
Descepo sua cabeça
Meu tesouro reconquistado.
Abandonado! Abandonado!
Eu sou aquele que pensa estar perto do mundo
Passando os limites, pulando muros.
Eu escrevo nos muros das ruas
Eu jogo lixo ao chão
Eu estraçalho as carnes
Eu bebo o sangue podre dos fetos ao chão.
Levante-se.
Ore, curve-se
Eu agora sou um Deus.
Sou seu novo Deus.
Do seu sangue eu bebi.
Dele eu nasci.
Por sua frieza eu sofri
Agora sinta!
Sinta! Sinta! Sinta!
Os cortes são profundos
E você nunca mais terá uma vida.
-Joey Spooky Rose-
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